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Qual o melhor dia para depositar em sua poupança?

Saiba qual é o dia melhor do mês para você fazer o depósito em sua poupança

Você, que tem poupança, sabe qual é o melhor dia para depositar? Não sabe? Por isso, fizemos esse post para você tirar essa dúvida.
Ao analisar as visitas e buscas de nosso blog, descobrimos que 5 internautas procuraram essa informação por aqui, por isso, resolvemos escrever esse post, para esclarecer essa dúvida a nossos leitores.

Primeiramente, recomendamos que você leia o artigo que fizemos sobre a caderneta de poupança para que você entenda como funciona essa aplicação. A poupança:

  • É uma aplicação de rendimento modesto, mas que não tem nenhum risco;
  • Ela tem um rendimento em um certo dia do mês, chamado de aniversário;
  • Se a conta faz aniversário nos dias 29, 30 ou 31 do mês, recebem o rendimento mensal no primeiro dia útil do próximo mês;
  • O rendimento da poupança é de  0,5% + a TR  taxa referencial, que é atualizada todos os dias, calculada pelo rendimento dos CDP pré-fixados;
  • Por causa da crise econômica, a Selic (taxa que calcula também o rendimento da poupança), está diminuindo com os meses; por isso, muitas pessoas preferem investir na poupança, pois o impacto da recessão econômica é menor.

Opção #1 – O dia ideal é hoje!

Para quem não possui nenhum tipo de investimento, mas quer fazer um, o melhor dia para começar é, sem dúvida, hoje! Pense: Se você não iniciar hoje, vai ir adiando, adiando e nunca vai começar a guardar seu dinheirinho.

Você pode até ficar com dúvida se hoje é realmente um bom dia para poupar, mas nunca começar é pior ainda; Até porque não existe “dia ruim” para começar a poupar seu dinheiro.

Opção #2 – Coloque o aniversário de sua conta exatamente no dia em que você recebe seu salário

Essa é uma opção mais interessante, pois seu depósito tem o dia garantido, sem problemas. O melhor é definir o aniversário da conta para o dia anterior ou posterior ao seu pagamento.

Essa opção é boa também para os indisciplinados, pois passam a depositar no dia certo.

O ideal é que você defina uma porcentagem de seu salário a ser depositada na caderneta de poupança. Fazendo isso, você estará investindo em seu próprio futuro; isso será sua reserva financeira para qualquer emergência.

Se você gosta de comprar muito, por exemplo, é importante que você deposite na sua poupança no mesmo dia do pagamento de seu salário, pois assim não vai gastar nas compras e deixar de depositar.

Mas, se você é uma pessoa mais controlada, pode depositar antes mesmo de seu pagamento; então, quando você depositar, já vai ter o seu dinheiro para receber e não fica apertado.

Isso é especialmente bom para quem está começando a poupar e quer manter a disciplina. Mas existe um problema: seu dinheiro fica parado o mês inteiro na sua conta, sem render nada por isso. Por isso, o melhor é depositar o dinheiro na poupança assim que ele entrar na sua conta.

Opção #3 – Faça seu depósito no mesmo dia em que faz o dos outros investimentos

Para quem tem outros investimentos, como o CDB e repassa o dinheiro em um certo dia do mês pode aproveitar e colocar o dinheiro da poupança no mesmo dia. Nada mais lógico, correto?  Essa atitude economiza tempo, pois você resolve tudo em um dia só.

Essa rotina vai fazer com que você tenha disciplina e amadurecimento financeiro. Então a análise certeira e a organização serão as consequências desse comportamento frente a sua vida financeira.

Mas preste atenção, o aniversário da conta será no dia do último depósito realizado.

Por isso, é sempre importante fazer os depósitos mensais sempre no mesmo dia do mês. Isso vai lhe garantir o rendimento correto, sem as variações causadas pelo depósito em dias diferentes.

Além disso, é interessante que você acompanhe a variação dos juros que são usados para calcular o rendimento da poupança. Especialmente seus comprovantes de depósito, recibos mensais e títulos da dívida pública do tesouro direto.

E você? Acha que qual é o melhor dia para depositar na caderneta de poupança?

Investir em ações – vale mesmo a pena?


Ivestir em ações vale mesmo a pena?

Se você que está ai pensa em investir em ações da bolsa de valores, leia atentamente o nosso post: Para nos ajudar nessa tarefa, foi lançada a 8ª lição do curso Manual do investidor.

Mas, antes de prosseguir, é importante que você já esteja a par das sete lições anteriores, afinal, um investidor de sucesso deve estudar bem o seu mercado. Vamos em frente!

O que é o investimento em ações?

Antes de tudo, vamos explicar o termo ação, para quem está começando agora. Uma ação é:

É a menor fatia do capital de uma instituição/empresa, que é vendida/comprada nas bolsas de valores, como a Bovespa. Um investidor, quando comercializa ações, pode negociá-las, a título nominal. As ações compradas podem se valorizar ou não, dependendo do momento, isso é o que vai determinar se o acionista vai ganhar dinheiro ou não. Muitas empresas dividem os lucros aos acionistas, o que é bastante interessante. As ações mais comercializadas atualmente no Brasil são as preferenciais e as ordinárias.

Nesta descrição, ressaltamos o que é principal para se entender sobre ações: É importante entender que uma ação é uma parte do capital total da empresa, que pode ser negociada na bolsa de valores, mas para isso o capital da empresa deve ser do tipo aberto; Que é o que permite a sua negociação.

Por isso, o seu capital aplicado vai se valorizar/desvalorizar de acordo com a empresa da qual você comprou ações. Justamente por causa de seu ganho, que é sempre incerto, esse investimento é considerado de renda variável.

Como ganhar dinheiro investindo nas ações da bolsa

Existem duas formas de ganhar dinheiro com esse tipo de investimento: Com a distribuição dos lucros da empresa ou através da valorização de seus títulos na bolsa de valores. A participação nos lucros acontece quando a empresa de capital aberto faz uma divisão de um percentual de seu lucro gerado com os acionistas.

A valorização das ações ocorre quando elas são mais procuradas pelos investidores, o que causa o aumento de seu preço e fica interessante vender.

Se você vai investir a longo prazo, esperar a divisão anual dos lucros é uma boa idéia, do contrário, é melhor investir em papéis que tendem a se valorizar no mercado. Mas, pode-se também investir nas duas vertentes, principalmente para o investidor que não tem pressa.

E como eu faço para adquirir minhas ações?

O meio mais simples é se dirigir a um banco que faça a compra e venda de ações.

Vários bancos oferecem esse serviço via web, para que o investidor possa ingressar no mercado de ações.  Esses bancos podem cobrar somente a taxa de operação ou a de administração, mas isso depende da política de cada instituição.

Alguns desses bancos afirmam que cobram a taxa mais em conta. Só que na prática: O mercado de ações é tão instável, que o valor da taxa cobrada pelo banco é o menor de seus problemas. Outro detalhe importante é que vários bancos vêm oferecendo a seus clientes cursos de atualização e artigos online, para que o investidor se mantenha sempre atualizado sobre o mercado.

Por isso, pesquise quais são os bancos que comercializam ações e que pode ter a cartela mais interessante para você; Faça uma pesquisa ampla e verifique quais são os serviços adicionais que ela oferece ao investidor, como o pregão online e serviços via internet, por exemplo, além das taxas cobradas, claro. Tente também encontrar pessoas que fazem o uso do mesmo serviço e faça todas os questionamentos necessários sobre o assunto a elas.

Jamais escolha uma instituição financeira/banco antes de fazer uma boa pesquisa. Simples assim!

Como eu ganho dinheiro investindo em ações?

Essa aí é a pergunta que não quer calar!  Lá no blog Investindo em Ações, tem uma afirmação importantíssima sobre isso: “Investir em ações é fácil. Difícil é ganhar dinheiro”.

Essa frase quer dizer na prática que vender/comprar ações é uma tarefa simples, o complicado é ter o timing certo para isso.

Para te ajudar nisso, vão algumas dicas:

  • Tenha atenção com os conselhos de terceiros, pois tem gente que fala demais e que, na verdade, não acerta nada!
  • Realize uma boa pesquisa sobre empresas e situação de mercado para saber de qual empresa você deve adquirir ações. Se você fizer uma boa pesquisa no mercado e da economia, se atualizando sempre, as suas chances de tomar prejuízo são bem menores;
  • Invista com calma, a médio e longo prazo, já que nesse mercado existe muita oscilação. Mas, justamente essa oscilação pode ajudar a empresas de vários segmentos a recuperar-se de algum prejuízo ou de um momento econômico desfavorável. Pesquise muito antes de investir em determinada empresa, pois o cenário do mercado de ações sempre tem muita variação.
  • Sempre acompanhe revistas, blogs e veículos de comunicação voltados para o mercado de ações. Sugerimos que você dê uma passada no blog InvestManíacos.

Saiba correr riscos

O mercado de ações tende a apresentar um risco muito alto, pois o investidor pode acabar perdendo muito dinheiro. Ainda assim, você pode sim ganhar um bom dinheiro com elas.  Por isso, antes de começar, pesquise e veja qual é o nível de risco que você quer correr nesse tipo de investimento.

Para o investidor que gosta de arriscar, o ideal é apostar em empresas novas no mercado, que têm um risco maior, mas para os conservadores, o mais indicado é apostar nas empresas tradicionais, com um nível de risco mais baixo.

O autor de “Pai Rico, Pai Pobre – o que os ricos ensinam a seus filhos sobre o dinheiro”, Robert Kiyosaki, afirma a seus leitores que: O importante é conhecer e pesquisar o mercado, e não deixar de investir em um mercado tão rentável simplesmente por causa do medo de se arriscar.

Como investir melhor: tesouro direto, CDB ou poupança?

Como investir: CDB, Tesouro Direto ou poupança?

Estamos aqui mais uma vez, amigo leitor! Hoje, vamos falar a respeito da dúvida de um de nossos leitores, o César, que nos enviou o seguinte comentário:

Andei pesquisando com amigos e pessoas ao redor, sobre como investir uma grana! Comecei a procurar na internet e descobri esse site. Estou adorando e lendo cada artigo seu. Meus parabéns! Então, achei que a pessoas mais adequada pra me ajudar, seria você! Tenho um valor na poupança guardado pra um projeto daqui há 1 ano. Porém, lendo seu artigo sobre CDB, fiquei muito interessado! E gostaria de saber se você poderia me orientar em qual seria o melhor investimento pra daqui há 1 ano! Desde já agradeço a atenção e mais uma vez parabenizando pelo blog… César.

Primeiramente, agradeço ao César pela participação e pelos elogios. Nós estamos demorando um pouco para organizar os comentários, por isso a demora em te responder.

Sua dúvida é importante, felizmente seu dinheiro está investido e você certamente quer ter um bom retorno, não é isso? Isso, no período de um ano. Primeiro, é você que deve ter em mente quais são os riscos que você pode correr. O crucial é ter uma aplicação financeira eficiente.

Para o seu caso, os melhores investimentos são a Caderneta de Poupança, Certificados de Depósito Bancário e Tesouro Direto.

Poupança

Essa é a opção mais simples, mas também é a que rende menos. Caso você não possua nenhum investimento ou reserva, essa é a melhor opção. Isso porque não existe a cobrança de impostos para essa aplicação, então você não vai perder dinheiro. Então, se você retirar o dinheiro antes deste um ano, não será necessário o pagamento de nenhuma taxa ou tributação; o que costuma acontecer em outros tipos de investimentos, onde é cobrada tributação incidente sobre o lucro.

Então, se você quiser pegar o seu dinheiro sem grandes sustos, fique com a caderneta de poupança.

Os Certificados de Depósito Bancário

Com a variação positiva que está acontecendo sobre a taxa Selic, o CDB’s se mostram como uma boa opção de investimento.

Existem várias modalidades do CDB, mas cada uma delas trabalha com um índice distinto. Alguns deles tem seu lucro definido a partir da variação do câmbio do dólar, como o CDB pré-fixado e CDB DI.

O CDB pré-fixado tem um pércentual de rendimento definido antes da assinatura do termo de adesão. Para quem pretende investir até R$ 20.000,00, vai ter juros e rendimentos consideravelmente baixos.

Enquanto o CDB DI tem seu rendimento calculado de acordo com percentual da variação do CDI. No Brasil, você só consegue ter um bom percentual de rendimento a partir de R$ 30.000,00 aplicados. E, para quem não pretende resgatar o dinheiro antes de um ano, o CDB DI é a melhor escolha. Lembrando: Algumas instituições financeiras tem o percentual do CDB DI tabelado, mas você pode negociar a variação desse percentual de rendimento.

Investimento no Tesouro Direto

Para quem não quer correr riscos e ter um retorno garantido, aplicar no Tesouro Direto pode ser uma ótima aplicação. Você pode realizar uma boa pesquisa no Google de bancos que oferecem esse tipo de investimento com as melhores taxas.
Clique no post Outros investimentos, onde damos boas dicas a respeito de opções de título público. Visite também a página do Tesouro da Fazenda para saber como funciona a rentabilidade do Tesouro Direto.

Não citamos aqui os investimentos de renda variável porque o tempo de investimento do nosso leitor César é curto e não sabemos qual é o montante que ele pretende investir. Espero que com essas dicas, você possa escolher o melhor investimento.

Adquirindo moeda estrangeira

Adquirindo moeda estrangeira

A aquisição de outras moedas é um tipo de investimento e vamos falar hoje sobre isso nesse artigo. Então, abordaremos aqui como funciona esse negócio e desvendaremos alguns mitos recorrentes sobre o assunto.

Como lucrar com moeda estrangeira?

Qualquer pessoa que assiste ou lê jornais sabe que o valor de mercado das moedas (dólar, euro) varia sempre. No começo do plano real, em 1994, o dólar valia R$ 0,89, ou seja, para comprar 1 dólar você precisaria de 0,89 centavos. No dia de hoje, o dólar custa R$ 1,73. É um aumento considerável, concorda? Por que isso acontece?

O que causa a alteração do valor do câmbio é a inflação que existe naquele país, ou seja, se ela estiver muito alta, você irá precisar de mais dinheiro para adquirir essa moeda; Essa é a “desvalorização da moeda”. No caminho inverso, se ocorrer uma deflação ou uma inflação baixa, acontece a valorização da moeda.

Então, se você compra uma moeda estrangeira hoje e acontece uma inflação no país de origem, esse dinheiro sofre uma desvalorização; isso significa que você precisaria de menos dinheiro para comprar a moeda hoje do que quando você fez a compra. Em um cenário oposto, se houver uma deflação, a moeda que você comprou se valoriza (vale mais do que quando você comprou).

Entendeu como isso pode ser lucrativo para você? Se você entendeu como são as nuances desse negócio, poderá aplicar uma regra simples do mercado capitalista: Fazer a aquisição quando a moeda se desvalorizar e vender quando ela estiver em alta.  Mas, como fazer isso?

As instituições financeiras e bancos credenciados é que fazem a negociação de moeda estrangeira. Existem agências licenciadas pelos bancos a fazerem esse trabalho. São elas as agências de câmbio. Em geral, para fazer a compra e venda, elas exigem do cliente apenas RG, CPF e comprovante de residência. E, em alguns casos, essa documentação nem é exigida. Especialmente para quem vai adquirir uma quantia de até três mil dólares. Só que é sempre bom se prevenir e levar a documentação (para o caso de qualquer eventualidade. ).

E qual é o valor necessário para comprar/vender moeda estrangeira?

A taxa de câmbio é quem determina o preço da moeda. O valor dessa data é determinado pelo Banco Central, mas tem muita variação em um curto espaço de tempo. Mas, quando você vai a agência de câmbio, duas outras taxas são levadas também em consideração: Que são a taxa de compra e a de venda de determinada moeda.

Ao comprar a moeda, você terá de assinar um contrato de câmbio, que vai determinar o valor de compra da moeda que você escolheu, mas fique atento, pois a taxa de compra será maior que a taxa de câmbio.  Já para a venda de moeda estrangeira, será também assinado um contrato de câmbio, porém a taxa de venda será menor que a taxa de câmbio.

A rentabilidade desse negócio para o banco é calculada através da diferença entre a taxa de compra e a de venda, conhecida como spread.

A negociação da moeda pode ser feita por cheque de viagem, creditada/debitada em sua conta corrente ou mesmo em espécie.

Mitos comuns sobre compra e venda de moeda estrangeira

  • É um tipo de investimento considerado ilegal. Fizemos uma pesquisa a respeito dessa informação. O que encontramos foi a Lei 9613, capítulo V, artigo 9, que determina que pessoas e instituições precisam explicar a origem do dinheiro e como ele será usado, isso para evitar uma possível lavagem de dinheiro. Ou seja, não existe uma proibição, mas é necessário que a origem/destino seja informada ao banco ou agência de câmbio escolhida. Fora isso, é cobrado um imposto sobre a operação, e convenhamos que o governo não vai considerar proibida uma prática que cobra impostos que vão para seus cofres, correto?
  • É um tiro no pé, já que o imposto de renda irá tirar todo o lucro da operação. O que é mais provável acontecer é que o investidor erre na hora de comprar ou vender do que tudo ser levado pelo IR, já que o imposto não é calculado sobre o todo;
  • O risco é mais baixo quando a compra é feita com doleiros. É justamente o oposto. Comprar via doleiros é uma operação considerada ilegal pela lei. Só é permitido comprar/vender moeda estrangeira através de bancos ou agências de câmbios licenciadas para essa atividade;
  • “Comprando dólar você vai lucrar muito!”. E quem comprou muito dólar e assistiu a sua desvalorização acontecer no ano passado? Para quem quer investir nesse ramo, o mais importante é conhecer a moeda e a situação do câmbio nos países, para não ter nenhum tipo de prejuízo.