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Vivemos a Era da Colaboração?

Um jovem que vai à escola, hoje, aprende que alguns séculos atrás viveu-se a chamada Era Industrial, onde abandonamos um panorama econômico denominado feudalismo e passamos a buscar uma nova forma de economia, sendo uma das que mais se destacou o capitalismo. E hoje, em pleno séc. XXI, podemos nos dizer tão “industriais” assim? Ou será que “conhecedores” seria uma melhor afirmação, afinal de contas, muitos pregam ser esta a Era do Conhecimento, não é?

Entretanto, conhecimento adquirido somente não é suficiente para moldar uma sociedade como desejamos ou mesmo como temos hoje. É necessário que tal conhecimento seja aplicado e compartilhado. Desta forma, comunicação e colaboração tornam-se palavras de ordem – e é em torno de tais conceitos que vemos uma grande expansão tecnológica hoje.

Web 2.0. Uma simples expressão que traduz um interesse genuíno em uma maior importância do compartilhamento e colaboração a fim de alcançarmos um novo nível de desenvolvimento em todas as vertentes: sociais, econômicas, culturais e tecnológicas.

Quem se utiliza da web pode encontrar inúmeros jogos de excelente qualidade distribuídos gratuitamente. Há artigos, apostilas e até mesmo livros em formato digital distribuídos de forma gratuita. E encontramos também muitos softwares e websites vitais em nossas vidas hoje cujo uso é totalmente (ou quase) livre. Será que isso basta para considerarmos esta como sendo uma verdadeira Era da Colaboração? Infelizmente, o que temos visto é que não, isso somente não é suficiente. É necessário uma maior moderação, uma forma de evitar que alguns poucos acabem com a “diversão” dos demais. Parece estranho que, ao falarmos de colaborar com a formação e expansão livre do conhecimento precisemos falar de moderação e consequentemente de restrição, mas infelizmente é necessário.

Tomemos como exemplo um sistema para gerenciamento de conteúdo como o WordPress, open source, de uso livre, tanto para fins pessoais quanto comerciais. Um leitor alheio à revolução que vem ocorrendo na web pode desconhecer a importância desta ferramenta para muitos negócios online, websites e blogs. Resumidamente, sem tal ferramenta, muitos dos websites e blogs que você lê ou encontra em suas buscas seriam totalmente diferentes – talvez até menos usáveis. WordPress é uma das ferramentas que mais têm nos ajudado no compartilhamento de informações.

Entretanto, por ser open source e utilizado muitas vezes para fins comerciais, surgem pessoas que desejam aproveitar-se de possíveis falhas de segurança para ter algum proveito financeiro, mesmo que isso leve a prejuízo de um outro indivíduo que está ali, compartilhando informações de forma legal e assim contribuindo com o crescimento da web.

Pode-se ver então que a colaboração e o compartilhamento de informações é essencial para o desenvolvimento de nossa sociedade, entretanto algumas pessoas podem acabar por “estragar a festa”. Bem, mesmo com os “estraga-prazeres”, podemos dizer que estamos vivendo um momento pleno e único. Há quinze anos atrás, a melhor forma de transmitir toda a sua experiência a outras pessoas em um país tão extenso quanto o nosso seria escrevendo um livro e rezando para que o mesmo se tornasse um “best-seller instantâneo”, tal que vendesse milhares de cópias em questão de meses. Hoje, posso escrever artigos baseados em minha experiência profissional ou vivencial, publicá-los em um blog (ei, estou fazendo isso agora mesmo!) e ter o mesmo acessado por milhares de pessoas em questão de semanas, dias ou até mesmo horas, a depender de quão popular é o tal blog!

A colaboração é, em minha opinião, a mais poderosa ferramenta de que dispomos atualmente, mas só isso não basta para que tenhamos uma verdadeira revolução a nível sócio-econômico. É necessária que se faça agora, também, uma grande inclusão digital e social, mas essa inclusão não pode ser feita de forma aleatória, sem um bom planejamento, como tem sido feita muitas vezes até agora. De que adianta ensinar um trabalhador assalariado que mal recebe um salário mínimo como ligar e desligar um computador e criar um documento Word se o mesmo não possui um computador? Como ele poderá ter um computador se não há acesso a linhas de crédito mais baratas para tal finalidade? E mesmo que ele adquira um computador, de que isso adiantará se o mesmo não tiver acesso facilitado a um processo de educação continuada onde poderá aprender mais sobre como usar o seu computador bem como acesso à Internet, onde poderá aprimorar-se ainda mais e quando quiser?

Estamos colaborando, sim. Mas só possui acesso a tal informação compartilhada e colaborada aqueles que ultrapassaram o “grande buraco” que nos separa daqueles que ainda não possuem o mínimo de acesso à tecnologia e à informação. Talvez uma Era da Inclusão antes da Era da Informação teria um impacto melhor em nossa economia, reduzindo desigualdades sociais e promovendo um crescimento econômico mais acelerado. Mas parece que nem todos os governantes pensam desta forma. Bem, mas ignorem, afinal de contas, estas são somente palavras de alguém que talvez nem saiba do que está falando, não é mesmo?

Economia de Água


Economia de água

Considerada como um dos dos principais recursos naturais do planeta Terra e essencial para a sobrevivência de seus habitantes,a água está presente em cerca de noventa e sete por cento da superfície terrestre. A economia de água que deve ser realizada pela população mundial é de vital importância para que não haja escassez  no futuro desse importante elemento da natureza.

Necessidade de economizar água

De acordo com estatistificas da ONU (Organização das Nações Unidas) é necessário para cada habitante do planeta uma média de cento e dez litros diários  para conseguir atender a demanda de limpeza e consumo de cada um. No entanto em alguns países em especial no Brasil o consumo às vezes chega a duzentos litros por dia, evidenciando que é necessário que sejam tomadas medidas preventivas para economizar a água.

Segundo os pesquisadores quando a população gasta mais  de cento e vinte litros diários está desperdiçando esse precioso recurso natural. As práticas que devem ser realizadas para que a população economize água devem ser orientadas para a utilização de maneira correta e racional desse recurso, pois se não houver ações de Órgãos  Governamentais e de cada um da população nesse sentido, em pouco tempo haverá falta d’água nas residências das pessoas em todas as partes do mundo.

Economia de água

Atitudes que podem ser tomadas para economizar água

De acordo com profissionais especializados que estudam os recursos naturais do planeta e como economizá-los para que não fiquem escassas no futuro algumas medidas básicas devem ser tomadas por cada indivíduo em suas residências, em seus locais de trabalho ou em suas tarefas diárias. Veremos a seguir como cada um pode contribuir para a economia da água;
Os especialistas informam que um banho de apenas quinze minutos chega a consumir até cento e trinta e cinco litros de água.

Se a pessoa fechar o registro quando for se ensaboar esse consumo pode cair para até quarenta e cinco litros. Além disso a água do banho também pode ser utilizada para alguma outra atividade como lavar a roupa, por exemplo, se for colocado um balde embaixo do chuveiro. Se o chuveiro da pessoa for elétrico esse consumo com o registro meio fechado durante os mesmo quinze minutos é também cerca de quarenta litros.

Outra sugestão é ser mais rápido no banho, porém os que gastam muito de limpeza reclamam que um bom banho não pode ser tomado em apenas cinco minutos, sendo assim o melhor é tentar economizar água das outras maneiras. Outra atitude importante que as pessoas podem tomar para economizar agua é quando estão lavando louças. O ideal é tirar os resíduos alimentares antes de abrir a torneira para lavar os pratos, e quanto a máquina  de lavar ela só deve ser utilizada quando estiver cheia de louças.

Os especialistas informam que são gastos cerca de cento e dezessete litros na lavagem dos pratos em um período de quinze minutos. Quando as pessoas economizam o consumo pode chegar a somente vinte litros. Outra medida importante é utilizar cloro ou agua sanitária misturados comum litro de agua para fazer a limpeza de verduras e das frutas. As pessoas que estão acostumadas a lavar suas calçadas com água devem tomar alguns cuidados com o desperdício.

Os especialistas orientam a não utilização da mangueira e usar de preferência uma vassoura para limpar a calçada  pois o gasto com a mangueira é de cerca de duzentos e setenta e nove litros gastos em apenas quinze minutos. Outra importante orientação é sobre a lavagem de carros. O ideal é limpar o veículo com um  pano úmido ao invés  de usar a mangueira, que pode gastar quando não está muito aberta cerca de duzentos e dezesseis litros.

Considerações finais

Como pode ser visto a economia da água é de extrema importância para que em um futuro próximo a humanidade não venha a sofrer com o problema da escassez. E para que isso ocorra basta todos nos termos consciência de que um recurso natural tão importante não pode ser desperdiçado, e a partir daí adotarmos medidas simples que possamos fazer no nosso dia a dia com o objetivo de economizar esse líquido tão precioso que colabora  tanto para a manutenção do bom funcionamento do organismo dos seres humanos, como para a preservação do meio ambiente onde eles vivem.

Por Salete Dias

Economia de Energia

Economia de energia elétrica

Todos sabem que o futuro do planeta Terra depende do que seus habitantes estão fazendo no presente, ou seja como estão lidando com seus recursos naturais, se os  estão economizando para não faltar, e se há preocupação com  a preservação do meio ambiente. Nesse contexto a economia de energia é de extrema importância para toda a população mundial. Veremos a seguir por que motivo.

Energia gerada pelas usinas hidrelétricas

Segundo dados apresentados por instituições governamentais cerca de noventa por cento de toda a energia elétrica que é  consumida pela população brasileira é produzida pelas usinas hidrelétricas existentes no país. No entanto para que essas usinas funcionem plenamente é necessário que haja em seus reservatórios água dos rios em uma quantidade que seja suficiente para gerar a energia elétrica.

Quando por falta de investimentos de Órgãos Públicos competentes nessas usinas ou devido ainda a ausência de chuvas, comum em  grandes  períodos de seca, e a água dentro dos containers fica insuficiente, poderá haver um racionamento de energia elétrica causando transtornos não somente à economia do país como também ao cidadão comum que necessita de energia para executar seu trabalho diário ou suas tarefas domésticas.

De acordo com especialistas na área a construção de novas hidrelétricas não iria resolver o problema, já que acarretaria outro problema bem mais complexo que seria o impacto no meio ambiente, o que poderia em um futuro próximo alterar o ecossistema pelo alagamento que poderia haver nas áreas onde as hidrelétricas fossem construídas.

Em virtude dessa situação o ideal é economizar a energia quando for possível com medidas simples, como por exemplo, evitar o consumo no período considerado de pico que é entre seis horas da tarde e nove horas da noite,pois desse modo é possível evitar a construção de outras usinas só para atender a esse período de alto consumo. Os especialistas advertem que  quando há necessidade de se construir novas barragens os custos ambientais não compensariam pela inundação que poderia ser provocada, causando prejuízos ao animais e plantas que vivem naquele ambiente.

Economia de energia

Energia e desenvolvimento sustentável

Os especialistas em economia ressaltam que o desenvolvimento sustentável está intimamente relacionado com a energia que é proveniente das chamadas fontes renováveis. Uma opção para produção de energia sem impactar de maneira desastrosa o meio ambiente seria a descentralização com a construção de pequenas hidrelétricas, aproveitando o que a natureza pode proporcionar ao homem que são suas quedas d ‘água. Outros recursos naturais que também podem ser utilizados para produção de energia são: A energia solar e  a eolítica.

Os especialistas são unânimes em afirmar que o Brasil é um país que apresenta boas condições para que haja investimentos em energia sustentável utilizando-se o vento, o sol e a água nos reservatórios de  pequenas hidroelétricas. A economia de energia pode ser realizada através do uso de energias renováveis cujos principais benefícios para as pessoas e o meio ambiente são: Prevenção de possíveis alagamentos da terra com a preservação da biodiversidade; Redução de gases poluentes e efeito estufa; Segurança de uma energia sustentável por muito anos; Geração de um aumento de oferta mais diversificada de energia.

Sugestões para economia de energia

Todos sabem da importância de economizar energia elétrica , mas acreditam que não podem fazer muito para resolver o problema. No entanto especialistas revelam que algumas medidas simples do dia a dia podem ser tomadas para que a economia de energia possa ser efetiva como por exemplo:

  • Evitar a utilizacão do chuveiro elétrico no horário de pico (Entre seis da tarde e nove da noite), deixar de preferência na opção verão,limpar os buracos  de saída de água e evitar usar resistências adaptadas;
  • As geladeiras devem ser colocadas cerca de 15 cm da parede, em lugares da casa com boa ventilação, evitar deixar a porta aberta por muito tempo, arrumando os alimentos de uma maneira fácil de retirar, quando a pessoa for passar muito tempo fora deve desligar o aparelho, e sempre dar preferência aos modelos com selo Procel que indica economia de energia;
  • A televisão deve sempre ser desligada se não houver ninguém assistindo a programação, e as pessoas devem usar sempre o timer programando-a para desligar sozinha no caso delas dormirem;
  • O ferro elétrico deve ser ligado só o tempo necessário e a pessoa deve deixar acumular as roupas para passá-las, não deixando-o ligado sem necessidade;
  • A máquina de lavar roupas só deve ser ligada com a capacidade máxima que está indicada e o filtro deve sempre ser limpo;
  • O ar condicionado deve ter sempre seu termostato regulado e os filtros limpos para que a saída do ar possa ser facilitada, sua instalação deve ser em local de boa circulação e a parte externa do ar condicionado deve ser protegida da ação do sol;

Com medidas simples todos podem contribuir para a economia da energia que é tão  importante para o nosso planeta.

Por Salete Dias

Como Funciona o Curso de Engenharia Naval

Como Funciona o Curso de Engenharia Naval

Para a grande maioria das pessoas que desejam escolher uma carreira profissional para seguir, existe uma variedade de atuações profissionais que devem ser conhecidas para que elas possam tomar uma decisão consciente no momento da escolha da carreira. Um exemplo clássico é a área de engenharia. Os estudantes já tem uma idéia mais ou menos do que é estudado em curso de engenharia mas e a engenharia naval? Do que essa ciência trata, qual o principal foco de seu estudo e como os profissionais podem atuar de forma satisfatória como engenheiros navais?

Definição da Engenharia Naval

A engenharia Naval pode ser definida como  área da engenharia que cuida da manutenção das embarcações, dos projetos que devem ser realizados, e na construção de estruturas que ficam nos oceanos e todos os equipamentos que serão necessários para mantê-las. Segundo as pessoas que já exercem a carreira de engenharia naval por muito tempo, ela é considerada uma ciência mais completa onde os engenheiros podem testar todos os seus conhecimentos e onde a prática é fundamental para a formação dos bons profissionais.

Como funciona o Curso para Engenheiros Navais

A graduação na área  de engenharia naval tem um período de cinco anos de duração onde são estudados de maneira geral  os assuntos relacionados à Hidrodinâmica, Áreas de construção e como manter suas estruturas, Desenvolvimento de projetos pertinentes à área naval, Maquinário e estudo da logística de transportes através   do mar,entre outros. A pessoa que se gradua em engenharia naval tem a tarefa de dimensionar o formato e fazer uma projeção da estrutura dos equipamentos e motores dos barcos que serão utilizados para navegação, além de elaborar projetos para construção de navios e das estruturas onde ficarão as plataformas de petróleo no oceano. Para que ele consiga realizar essas tarefas com êxito deverá ter conhecimento especifico de diversas variáveis como por exemplo sobre o tipo e qual  a finalidade de embarcação que será utilizada, qual a distância que deverá ser percorrida, e qual o tipo de carga que ela irá transportar, entre outras.

Quanto aos projetos que devem ser desenvolvidos pelos engenheiros navais devem incluir um estudo detalhado da viabilidade econômica pois não adianta nada fazer projetos acima das possibilidades do orçamento dispensado. Além disso deve levar em conta a forma , o calculo e as corretas dimensões  das estruturas e dos equipamentos que deverão ser utilizados naquela construção. O Engenheiro naval atua na supervisão dos operários e dos técnicos em navegação cuidando para que seus projetos sejam bem executados. Vale ressaltar que o curso de engenharia naval privilegia os estudo na área de plataformas de petróleo e construção de navios, porém existe a possibilidade do aluno cursar outras disciplinas que são optativas com temas relacionados a construção de lanchas ou veleiros (Náutica), construções  de  embarcações ou de materiais compostos. Para os que se interessaram é só escolher uma boa universidade e estudar muito.

Por Salete Dias

Atividades de leitura

Em um mundo que está lenta mas seguramente afastando-se dos livros e mantendo as pessoas coladas aos monitores ou telas de televisores, a importância de desenvolver uma paixão pela leitura não pode ser negligenciada. A leitura é um hábito e deve ser estabelecida quando a criança é ainda bem jovem. Mas, você pode estar se perguntando: “o que eu posso fazer para promover esse hábito?”. Bem, aqui estão algumas dicas…

Matricule seu filho em aulas de leitura

Há aulas de leitura extra-classe bem estruturadas que visam levar os livros às crianças. Elas ajudam as crianças quanto à dicção, expressões idiomáticas e frases. Para crianças pequenas, essas aulas podem ser divertidas com imagens e personagens animados. Livros ilustrados, rimas, músicas e histórias atraem a criança. Use a criatividade para captar vívida imaginação da criança.

Capture o interesse do seu filho

Se seu filho tem um personagem favorito, escolha uma série de livros que caracteriza este personagem. Para o meu filho, é o Relâmpago McQueen e o Ben 10. Graças a eles, meu filho passou a amar os livros desde cedo.

Construa uma biblioteca em casa

Uma habilidade como a leitura não pode ser aprendida de forma isolada. Não deixe todo o trabalho duro para os programas extra-classe. Pegue os livros que você acha que o seu filho vai gostar. A Internet também é uma rica fonte de jogos de leitura que irá atrair crianças para a arte da leitura.

Lembre-se: você é o principal responsável por incentivar seus filhos a desenvolverem tais atividades de leitura, ok?

Por Peter Castro

O cofrinho é uma boa opção

Não faz muito tempo, falamos aqui a respeito da importância da educação financeira infantil, isto é, da importância de ensinarmos aos nossos jovens conceitos introdutórios sobre dinheiro e finanças pessoais e mencionamos aqui o uso do cofrinho como uma ferramenta pedagógica para esse intuito.

Talvez alguns aqui tenham pensado ser um exagero falar em educar nossas crianças a lidar com o dinheiro, ou mesmo se perguntado se o cofrinho é mesmo uma boa opção.

Bem, para começo de conversa, precisamos lembrar que a criança desenvolve sua personalidade e hábitos comportamentais nos primeiros sete anos de vida, desta forma, desenvolver hábitos saudáveis quanto ao uso do dinheiro até os sete anos de idade é uma forma de reforça a possibilidade de que aquela criança cresça e se torne um adulto com uma melhor educação financeira.

Já quanto ao uso do cofrinho, o mesmo pode ser encarado como uma ferramenta para o desenvolvimento do hábito e disciplina de poupar. Pode-se dar um cofrinho ao seu filho desde cedo (o meu filho tem um desde um ano de idade e começou a depositar as moedinhas lá antes de completar dois anos!). É claro que os ensinamentos sobre o uso do cofrinho devem ser de acordo com a sua faixa etária. Para o meu filho, por exemplo, isso é mais como um jogo, uma diversão para ele, ao entender que guardar as suas moedinhas em seu “porquinho” (na verdade, é uma “vaquinha”) é algo legal para se fazer.

Conforme a criança cresce, deve-se ajudá-la a estipular metas para o uso do dinheiro do cofrinho bem como a determinar prazos em que o mesmo poderá ser aberto e seu dinheiro utilizado na meta desejada. Deve-se evitar abrir o cofrinho antes do prazo, a fim de ensinar à criança a importância de seguir planejamentos.

O cofrinho só deve ser aberto na presença das crianças e elas devem ser responsáveis pela contagem do dinheiro, a fim de perceberem quanto conseguiram economizar para seu benefício próprio.

E estas são somente algumas das várias razões para se utilizar um cofrinho como instrumento na educação de seu filho! E você, amigo leitor, gostaria de comentar algo sobre por que o cofrinho é uma boa opção?

Existem bons brinquedos educativos?

Como pai, muitas vezes me preocupo quanto aos brinquedos que meu filho possui: será que aquele brinquedo lhe traz algum benefício? Será que ele está a aprender algo por meio dele, enfim, ele é realmente um brinquedo educativo?

Aí está uma pergunta em que não havia pensado de forma tão profunda até o momento em que me tornei pai e vi meu filho requisitar diversos brinquedos: realmente existem bons brinquedos educativos?

Decidi enṭo empreender alguma busca pelas lojas e pela web Рe consegui mais respostas pela Internet do que nas lojas de minha cidade, isso ̩ fato.

Conheça a ABRINE

Não sabia disso, mas há uma associação focada nesse assunto, a ABRINE – Associação Brasileira de Brinquedos Educativos, uma associação formada com o intuito de promover a disseminação dos brinquedos educativos em território nacional.

Essa associação é composta por pessoas físicas e jurídicas ligadas à indústria dos brinquedos educativos bem como por profissionais com formação pedagógica e/ou psicológica, a fim de melhor estudar e promover seu objeto central, o brinquedo educativo.

O que é um brinquedo educativo?

Muitos são os conceitos dados aos brinquedos educativos, mas o conceito mais abrangente é: são brinquedos pensados e elaborados segundo as necessidades da criança.

Dito dessa forma, percebemos que podemos ter vários tipos de brinquedos educativos: brinquedos que ajudem a desenvolver a inteligência musical, o raciocínio lógico, sua interação social, comunicação, enfim, há inúmeras possibilidades, uma vez que o comportamento humano é formado por um grande complexo de inteligências e habilidades.

Talvez isso também explique por que é tão difícil determinar se um brinquedo é realmente educativo para quem é dito ser ou se não se trata de somente um “enfeite”, um atrativo para levar o pai a comprar o mesmo.

Brinquedo educativo não é brinquedo pedagógico!

Esta foi, sem dúvida alguma, a maior surpresa para mim! Brinquedo educativo não é brinquedo pedagógico! Enquanto o objetivo do brinquedo educativo possui como foco o desenvolvimento da personalidade da criança ao lhe oferecer a oportunidade do “brincar pelo brincar”, o mesmo difere do brinquedo pedagógico, cujo objetivo principal é utilizar-se do brinquedo como um recurso pedagógico, isto é, uma ferramenta projetada por um adulto a ser trabalhada junto à criança para um determinado fim.

Existem bons brinquedos educativos, mas falta um catálogo!

É engraçado que, apesar de ficar evidente que há brinquedos educativos – a própria ABRINE apresenta um catálogo de lojas de brinquedos educativos – não há um catálogo de todos os brinquedos educativos, algo que poderia ajudar os pais a entenderem quais as melhores opções para os seus filhos.

Entretanto, já é um grande alívio saber que há lojas especializadas e realmente preocupadas com o assunto – infelizmente, não há uma loja em uma cidade ainda, ao menos não parceira da ABRINE.

E você, amigo leitor, conseguiu determinar se existem bons brinquedos educativos em sua cidade?

Dicionário de contabilidade

Dicionário de Contabilidade

Você está fazendo exame de um curso de contabilidade ou você já é graduado em contabilidade? Realmente não importa se você é um estudante ou já atua como um contador, você precisa ter um dicionário de contabilidade com você. Você pode até mesmo tratá-lo como uma bíblia.

Veja bem, não se pode memorizar todos os termos de contabilidade. E olha que estudantes e recém graduados podem ter ótima memória! As aulas de contabilidade ainda estão frescas em suas mentes e mesmo assim algo pode lhes escapar. E o que dizer sobre aqueles que se graduaram há muitos anos? Para orientá-los em seu trabalho, eles têm que ter uma dicionário de contabilidade para que eles não fiquem perdidos.

Estudantes e profissionais de contabilidade devem ter seu próprio dicionário de contabilidade. Dessa forma, eles podem facilmente procurar a definição de um determinado termo especialmente para terem certeza do verdadeiro significado. Você não pode dar-se ao luxo de cometer erros na contabilidade, porque o sucesso do negócio dependem de você e de seu conhecimento. Um pequeno erro pode levar a uma análise errada e uma decisão desastrosa.

Na escolha de uma equipe de contabilidade, a empresa deverá obter apenas o melhor. Você vê, os profissionais de contabilidade serão os únicos a analisar a situação financeira da empresa. Eles têm o poder de influenciar as decisões de negócios. Portanto, você deve contratar apenas os melhores e os funcionários mais competitivos. Dessa forma, você pode ter certeza que mesmo quando você não está por perto, eles ainda estão fazendo seu trabalho.

Onde pode encontrar dicionários de contabilidade? Você pode facilmente comprá-los nas livrarias em todo o mundo. Esses dicionários não são difíceis de encontrar e para estudantes de contabilidade é uma obrigação tê-lo. Ele pode ajudar muito a dominar suas lições. Se você pode compreender termos contabilísticos com facilidade, todas as aulas serão muito mais fáceis.

Contadores profissionais muitas vezes optam por dicionários de contabilidade online. A maioria das empresas têm conexão com a Internet em seus escritórios. Com o uso de dicionários online de contabilidade, contabilistas precisam somente digitar o termo que eles gostariam de encontrar e os resultados estão na tela em segundos. Eles não precisam mais levar dicionários impressos, porque eles podem ser encontrados online.

Se você estiver usando um dicionário impresso ou um dicionário online, o que importa é como você entenda os vários termos e definições. Até agora, os estudantes e profissionais já devem ter dominado os diferentes termos, mas você não pode culpá-los se a sua memória falha de vez em quando. Ninguém é perfeito e isso é um fato que você precisa aceitar. Também ajuda ter uma dicionário de contabilidade acessível, especialmente se você precisar de um.

Se você preferir o dicionário online, você terá que escolher entre os muitos sites on-line. Certifique-se de escolher um bom site que pode lhe proporcionar um completo dicionário de termos contábeis. E tome nota do site para que você não tenha que procurá-lo novamente.

Se você optar pelo dicionário impresso, você também deve escolher aquele que tem a definição mais completa dos termos de contabilidade. Obtenha a edição mais recente do dicionário para que os novos termos possam ser encontrados nele. Os dicionários não custam muito, além disso, você ainda pode usá-lo mesmo após a graduação. Os livros são grandes investimentos, por isso não acho que você está desperdiçando dinheiro.

Tenha sempre à mão um dicionário de contabilidade com você para evitar erros ao fazer seus trabalhos de contabilidade.

Energia Eólica

Muito tem-se falado sobre a importância do uso de novas fontes de energias renováveis, principalmente as “energias limpas”, isto é, aquelas que possuem o menor impacto possível sobre o ecossistema. Uma das fontes de energia que mais se aponta é a energia eólica, isto é, aquela proveniente dos ventos, que apresentam uma energia cinética (isto é, energia proveniente do movimento) que pode ser convertida em energia mecânica e, posteriormente, em energia elétrica.

Os ventos como fonte de energia mecânica

Desde a antiguidade o homem tem se aproveitado da força dos ventos das mais diversas formas: como força-motriz para embarcações a vela bem como para mover as engrenagens de moinhos, usados para bombeamento da água ou moagem de grãos.

Conversão de sua energia em energia elétrica

O uso dos moinhos de ventos começou nos países baixos e não muito distante dali, na Dinamarca, que as primeiras turbinas eólicas foram utilizadas para fornecer energia elétrica para uma cidade.

A energia eólica é utilizada para mover aerogeradores, isto é, grandes turbinas em forma de catavento instaladas em áreas de muito vento. Desta forma, a energia eólica é convertida em energia de rotação (mecânica) e é então convertida para energia elétrica por meio de um gerador.

Geralmente são utilizados parques eólicos, isto é, áreas com grandes concentrações de aerogerados, a fim de tornar a produção de energia elétrica a partir dos ventos realmente rentável, mas nada impede o uso de aerogeradores de forma isolada.

Vantagens da energia eólica

  • Fonte de energia renovável e limpa;
  • Distribuída por toda a superfície terrestre;
  • Ajuda a reduzir o consumo de água, um bem cada vez mais escasso e muito necessário para o funcionamento de usinas hidrelétricas;
  • Como substituta de fontes de combustíveis fósseis, pode auxiliar na redução do efeito estufa.

A energia eólica no Brasil

Apesar de já estar em uso também no Brasil, seu uso aqui ainda é bastante limitado. Enquanto que nos Estados Unidos a capacidade instalada de produção em fins de 2009 já era de 35 GW, no Brasil a capacidade era de somente 0,74 GW.

Diversos estudos estão sendo desenvolvidos pelo país a fim de avaliar o potencial de exploração comercial da energia eólica no país. No Nordeste, por exemplo, tais estudos culminaram com a publicação, em 1998, da primeira versão do Atlas Eólico da Região Nordeste. Cinco zonas topográficas foram identificadas:

  • Zona costeira – áreas litorâneas com ventos predominantemente no sentido mar-terra, podendo-se utilizar a energia eólica;
  • Campo aberto – áreas de pastagens, amplas, planas e abertas (vegetação baixa) permitindo também a utilização da energia eólica;
  • Mata – áreas com vegetação composta por arbustos e árvores altas, causando muitas obstruções ao fluxo do vento;
  • Morro – áreas de relevo ondulado, com pouca vegetação;
  • Montanha – áreas de relevo composto por montanhas altas.

Além disso, um outro estudo, de âmbito nacional, o Atlas do Potencial Eólico Brasileiro, apontou que o potencial eólico brasileiro é da ordem de 143 GW, o que comprova o grande potencial para geração de energia elétrica a partir da energia eólica!

Educação Financeira Infantil

Vocês já notaram como há uma certa falta sobre fontes de referência importantes quando o assunto é educação financeira infantil? E a principal razão para tal não poderia ser outra senão a falta de interesse de pais pelo assunto.

Muitos pais ainda não sabem lidar muito bem com as finanças pessoais (provas disso são o número de pessoas com “limite de cartão de crédito estourado” ou com nome sujo no SERASA), imagina então o que podemos dizer quanto à preocupação de ensinar bons princípios de educação financeira para as crianças, um assunto que deve ser tratado com bastante cuidado.

Lembre-se que as crianças não possuem ainda a exata imagem de como o mundo funciona: como o sistema financeiro de um país funciona, como se dá a circulação do dinheiro, o que são juros simples e compostos, etc. Entretanto, se os pais não se preocuparem desde cedo a trazer, mesmo que de forma superficial, tais assuntos, essas crianças poderão crescer sem um bom fundamento sobre qual a real significância do dinheiro em nossas vidas.

Vemos muitas vezes jovens e adultos que gastam mais do que deveriam, que não sabem como economizar ou investir o seu dinheiro. É perceptível que um bom curso de educação financeira pode ajudá-los a corrigir isso, mas não seria mais fácil (e até mesmo menos trágico!) se eles começassem a receber tal educação ainda crianças?

E como começar?

Uma forma de começar a educação financeira de seu filho é apresentando a ele a importância de economizar um pouco de seu próprio dinheiro (a mesada, então, passa a ter um papel importante na educação financeira). Mesmo em idades muito baixas, quando a criança ainda não requisita mesada para suas próprias despesas, pode incentivar a criança a guardar seu dinheiro em um cofrinho, como se fosse um jogo. Isso ajuda a desenvolver boas memórias sobre o hábito de guardar o seu dinheiro.

Com o passar do tempo, novos mecanismos podem ser utilizados, como a aquisição de livros infantis sobre o gerenciamento do dinheiro e abertura de uma conta-poupança da criança. Isso ajudará a mesma a sentir que está participando mais de um “mundo adulto” e que precisará ter mais responsabilidade quanto ao uso do seu próprio dinheiro, não somente agora mas também no futuro.

O Jornal da Tarde publicou um artigo chamado As Crianças e o Dinheiro, onde consta uma série de perguntas, um teste bem fácil de responder que pode ser aplicado aos seus filhos e, assim, eles próprios poderão perceber como se encontram atualmente quanto ao bom uso do dinheiro.

Eu já comecei a educação de meu filho. E você, amigo leitor, já está praticando bons princípios de educação financeira infantil em sua casa? Comente aqui sobre sua experiência!