Ensino Superior, Empreendedorismo e Outras Coisas

Como muitos já devem imaginar pelo título, vou comentar aqui um pouco sob o meu ponto de vista a respeito do espírito empreendedor desenvolvido (ou não) no Ensino Superior.

Graduado pela Universidade Federal de Sergipe, eu lamento muito ter perdido várias boas oportunidades por falta de apoio e/ou orientação.

Uma das coisas das quais gostaria de ter participado enquanto aluno mas não consegui foi do tão conhecido “Desafio Sebrae”, onde você pode colocar “em cheque” o seu espírito empreendedor e medir até onde conseguiria “dar certo” aquela sua idéia.

O Sebrae faz um ótimo trabalho na divulgação do mesmo nas universidades (não, não estou ganhando para falar isso não, é a verdade mesmo 😛 ). Infelizmente muitos alunos ficam “fugindo”, dizendo que talvez no ano que vem, ou que acredita que no momento o seu rendimento não seria bom o suficiente para tal tipo de atividade.

Ora essa, a inscrição é gratuita, pelo que eu me lembre, e não vai impedir-lhe de cursar todas as disciplinas a que tem direito na universidade! Oportunidades como essa, quando dispensadas, não voltam! Quer ver só?

Vamos supor que em seu primeiro ano você decidiu adiar para mais tarde e, no segundo ano, participou do Desafio Sebrae. Você “quase pegou aquela boa colocação” e vai ficar se perguntando “se eu tivesse participado ano passado, talvez agora eu tivesse conseguido!”. Pois é, é bem por aí.

O Desafio Sebrae é uma das muitas oportunidades em que o aluno pode expor seu espírito empreendedor. Trata de um dos “jogos de empresas” mais conhecidos e respeitados, não só no Brasil, mas em toda a América Latina. Acredito que nossos jovens deveriam dar mais valor a isso!

Principalmente diante de fatos como a “mortalidade” das pequenas empresas (muitas fecham suas portas antes de completar dois anos), problemas no levantamento de investimentos ou de mensuração de custos de serviços ou produtos.

E não vou comentar aqui somente os “desafios empresariais” não. Há muitos eventos focados em cada área da graduação que os alunos deixam de participar porque acham que “ainda não está na hora”. Isso para mim é conversa para boi dormir!

Prof. Leila, do departamento de Computação da UFS, já dizia algo como: quem quer faz, não espera pelos outros.

Graças a palavras de incentivo como essas que tomei coragem e participei de vários congressos e seminários, bem como de competições como a ImagineCup e Maratona de Programação.

Tenho certeza de que, mesmo que eu não seja o melhor, faço a diferença porque vou lá e tento. E você, já deu uma “polida” no seu espírito empreendedor hoje? Já demonstrou iniciativa em novas atividades e desafios?

Quem quer faz, não espera pelos outros!

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